No fim do século XVII a produção açucareira no Brasil enfrenta uma séria crise devido à prosperidade dos engenhos açucareiros nas colônias holandesas, francesas e inglesas da América Central, como Portugal dependia, e muito, dos impostos que eram cobrados da colônia a coroa Coroa passou a estimular seu funcionários e demais habitantes, principalmente os do Planalto de Piratininga, atual São Paulo, a desbravar as terras ainda desconhecidas em busca de ouro e pedras preciosas, na verdade eram planos da Coroa a procura de metais preciosos, bem como pedras preciosas desde o inicio da colonização.
A primeira grande descoberta deu-se nos setores de Taubaté, em 1697 , quando o então governador do Rio de Janeiro Castro Caldas anunciou a descoberta de ''dezoito a vinte ribeiro de ouro da melhor qualidade'' pelos paulistas.
Iniciou-se então a primeira ''corrida do ouro'' da história moderna, a qualidade de gente deixando Portugal para vir ao Brasil era tanta que em 1720 D. João V criou uma lei para controlar a saída dos portugueses, como a proibição de migração de portugueses no noroeste de Portugal, bem como autorizações especiais e passaportes para outros casos.
Último aspecto importante da explosão demográfica provocada pelo período de exploração do ouro no Brasil colônia, foi a questão do desenvolvimento de uma classe média que se urbanizou, composta por artesãos, artistas, poetas e intelectuais que contribuíram para o grande desenvolvimento cultural do Brasil naquela época, destacando-se a figura do escultor Antônio Francisco Lisboa, o aleijadinho, e o estilo barroco das igrejas, sobretudo Congonhas, São João Del Rei e Sabará.

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